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11 de jun. de 2015

Sobre Religião, Crença e afins

Olá meu povo, como cês tão?
Bem, hoje eu vim falar de um assunto polêmico: Religião. No post passado eu falei que minha crença é muito baseada na natureza, e hoje eu decidi explicar isso. 

Minha família é, em sua grande maioria, cristã. Sempre fui "obrigada" pela minha mãe a frequentar a igreja que ela frequenta (Igreja Adventista do Sétimo Dia), mas nunca senti que lá era meu lugar. Quando me libertei das rédeas curtas que me prendiam, sai da igreja e decidi me aventurar no universo das religiões. Fui em diversas outras igrejas, mas não me via em nada daquilo. Foi quando comecei a pesquisar sobre religiões não cristãs. Comecei passando pela Wicca, religião neopagã que acredita em uma Deusa e um Deus que se completam entre si, ao invés de um único Deus supremo. 

Comecei a estudar e a praticar, tudo sozinha escondida dentro do meu quarto. Passei quase um ano como uma dedicada da Wicca, e já nas vésperas da minha iniciação joguei tudo para o alto, decidi que não era para mim também. Mesmo assim algumas coisas da Wicca me marcaram muito, e eu continuei a praticar mesmo não sendo mais da religião, como os Sabás. Os Sabás são comemorações ao decorrer do ano, que se guiam pelo ciclo do sol, celebrando cada fase de cada estação.

Depois de sair da Wicca eu comecei a pesquisar mais e mais sobre religiões ligadas a natureza. Fui mesclando tudo o que aprendia, absorvendo tudo o que conseguia suportar, e acabei criando uma crença própria. Portanto, não, eu não tenho religião; não, eu não acredito no deus cristão (mas acredito em sim Jesus Cristo, da minha maneira mas acredito); não, eu não sou satanista nem atea; também não sou macumbeira (termo que considero extremamente depreciativo, e que não deveria ser usado para designar as pessoas que seguem religiões com base africana). Sou pagã, acredito em muitos deuses. Sou bruxa, me harmonizo com as energias ao meu redor e as modifico ao meu favor. Isso não me faz melhor nem pior que ninguém. Sou uma pessoa, assim como todos vocês que estão lendo esse texto. 

Espero que tudo o que eu disse sobre minha crença tenha sido o suficiente para vocês entenderem, e se tiverem alguma pergunta é só deixar aqui embaixo nos comentários que eu responderei o mais rápido possível. 

Então é isso por hoje, tchau tchau gente! 
- Fernanda Magalhães

9 de jun. de 2015

UM NOVO COMEÇO!

Olá pessoas! Depois de taaaanto tempo sem nem lembrar disso aqui, de uma hora para a outra decidi voltar.

Miguel está com 7 meses e 26 dias, tem 2 dentinhos e já se arrasta para tudo o que é lugar (ele não sabe engatinhar ainda). Está com mais ou menos 13 kg, beeem gordinho. Decidi que não vou colocá-lo de dieta, por 2 motivos:
1. É muita judiação. Se nós, que sabemos o porquê de estarmos comendo menos, já sofremos, imagina um bebêzinho que não faz a menor ideia do que está acontecendo!
2. Quando ele começar a correr por ai e quando os outros dentinhos começarem a nascer, ele vai perder muito peso.

Agora algumas fotinhas dele, para vocês o conhecerem! Na primeira eu me distraí e esqueci a maisena no chão, quando eu olhei de novo ele já tinha achado! Na segunda foto eu estava dando banho de balde nele, e ele fazendo uma bagunça danada e querendo pegar meu gato que estava passeando por ai perto!
 





Bem gente, por hoje é isso! Um beijo bem grandão!

- Fernanda Magalhães

30 de mai. de 2014

21 semanas de gravidez

Hey pessoinha, hey pessoinha, hey pessoinha, hey, hey, hey, hey!
      Começando o dia de hoje com animação total porque eu e meu bebê ESTAMOS COM 21 SEMANAS! Graças à encheção de saco da Layla (minha melhor amiga, madrinha do bebê) estou sendo obrigada a tirar fotos todas as semanas a partir de agora para ela fazer alguma coisa que não quis me falar o que é. Aproveitando isso, vou começar a fazer um resumo de cada semaninha para vocês também. 
          Com 21 semanas minha barriga só aparece mesmo quando estou de lado. Continuo com a marca da cintura, que agora está um pouco mais larga, mas nada muito drástico. De costas só parece que engordei um pouco. As roupas não me cabem há muito tempo, e agora eu estou naquela situação de vestir o que entra. Meu busto já cresceu de 42 para 46, e é só subindo! Calças jeans não entram mais desde as 10 semanas, e agora até meus shorts (que ainda entravam cabendo por serem bem larguinhos) me abandonaram de vez. 
          Estou adorando essa fase da gestação, porque eu sempre tive uns culotinhos do lado da barriga (bem pouquinho mesmo, mas incomodava), e como a barriga está esticando para a frente, eles vem desaparecendo em ritmo acelerado. Logo logo vou me sentir mais confortável para vestir roupas justas. Até agora engordei 7 kg, o que acho um pouco de mais, mas vamos seguindo e veremos o que dá. Sempre tive coxas bem grossas e quadril bem largo (sem falar no tamanho da minha bunda, que é um exagero), e acho que tudo está um pouco maior agora, ah, e mais mole. Uma vez, há muito muito tempo mesmo, eu li em um livro que quando a mulher engravida tudo nela amolece e ela se torna uma enorme almofada para bebês. Gente, é a mais pura verdade. 
       Com relação à pior parte dessa fase é que agora comecei a ter algumas cãibras a noite. Imagine acordar na melhor parte do sonho com aquela dor desgramada esquartejando sua panturrilha. Pois é. O apetite anda como nunca, estou comendo como um leão. Agora começou a ficar (mais) difícil não engordar, porque tenho vontade de comer tudo o que vejo, penso ou ouço falar. Meu último desejo foi de chuchu com limão, e eu ainda não tive a chance de saná-lo. O bebê acabou de falar Oi para vocês em forma de chute kkkkkk
          Estou bem carente e dengosa, qualquer coisa me faz chorar. Antes de ontem Jailton falou, brincando, que não me amava (eu estava enchendo o saco dele de brincadeira), e na hora meus olhos encheram de água. Ele nem sabe disso, porque estávamos falando por telefone. O pior foi ter que me convencer de que ele estava brincando, controlar o choro e o desespero e continuar a conversa como se nada estivesse acontecendo. Esses hormônios...
          No final das contas está tudo indo muito bem. O bebê mexe pouco e dorme muito, mas quando mexe parece que está dançando tango dentro de mim. Jailton está todo bobão com o filhote, fica conversando com ele o tempo todo, e quer que eu avise toda a vez que o bebê mexer para ele vir correndo e sentir também. Estou começando a me adaptar com a gravidez (pra quem não sabe eu estava com sintomas de Depressão Gestacional), começando a viver essa fase como uma benção. 
          Então é isso, até a semana que vem. Beijos, Fernanda.

2 de mai. de 2014

Diário + Inspiração de decoração

          Geeeeente, precisei vir aqui e contar essa novidade para vocês! Em breve vou me mudar! Para quem não sabe, ainda estou morando na casa dos meus pais, mas eu e Jailton esperamos que até o final de Junho já estejamos na nossa casinha! Sério, tô muito feliz mesmo! E como eu sou uma garota dos DIY, odeio casas sem graça e não consigo olhar mais de um mês para um ambiente igual, o blog vai ficar cheinho de ideias de decoração. Maaaaaas isso provavelmente só vai acontecer quando eu mudar para ♥ my new home ♥, então aguardem! Por enquanto vou deixar aqui para vocês algumas das ideias que estão amontoando minha cabecinha nesses últimos tempos, que tal? Então vamos lá! 

 PARA A COZINHA

Geladeira encapada com vinil colorido
























          Gente, sério. Não tenho palavras para explicar o quanto eu estou apaixonada por essas geladeiras coloridas. E o melhor é que é super fácil de fazer. É só pegar sua geladeira antiga e sem graça, comprar uma lata de spray da cor que escolher para pintar as partes plásticas, uns 4 ou 5 metros (depende do tamanho da sua geladeira, então messa antes de comprar) de vinil da cor do spray (ou de outra cor) para a(s) porta(s) e laterais e pronto! Uma geladeira novinha em folha! IMPORTANTE: o vinil tem que ter no mínimo 1 metro de largura. 

Bujão de gás de personagens da telona

          Isso é amor demais! Olha essa fofura, o bujão de gás vira enfeite e deixa a cozinha muito mais charmosa! O único problema (ou mais uma vantagem, depende do ponto de vista) é que a cada vez que o gás acabar, tem que fazer de novo. Mas ai dá pra variar também né, fazer vários personagens durante o ano. Uma graça.

Potinhos, potinhos e mais potinhos!

          Quem vai amar isso aqui é Jailton. Sério, ele ama xadrez. Mas convenhamos que até para quem não entende nada do jogo, esses potinhos são uma graça. É só pegar as pecinhas, colar com cola quente na tampa e pintar com tinta spray. Fácil pra caramba, e dá um novo ar para os potes, né.

          Esses conquistaram a mim. Amei desde o momento em que os vi ♥ Não tenho nem o que falar sobre eles. 

PARA O QUARTO DO BEBÊ

Bercinho em forma de lua
          Não existiu a opção de eu não me apaixonar por esse berço. É muito amor, gente. Eu quero demais esse berço pro meu filhote. Eu que sou apaixonada por corujas, Jailton que é louco por lobos, e nos deparamos com um berço em forma de lua... Já viu né! 

Desenhos pixelados como enfeite de parede

          Eu e Jailton sempre gostamos de jogos, e espero que nosso bebê puxe esse gosto. É claro que eu vou dar uma forcinha e encher o quartinho dele com referencias a jogos né ASUHAUHAS Estou pensando em deixar para fazer isso mais para a frente, quando ele já estiver grandinho, com uns 2 ou 3 anos, mas vale deixar aqui a ideia né. E para fazer é o seguinte: imprima a imagem desejada, conte quantos quadradinhos ela tem, junte as tampinhas necessárias e pinte com spray. Dai é só colar. 

Gente, já tá grande esse post, então vou deixar o resto para a próxima! Beijos mil! 

Essas imagens eu fui pegando aleatoriamente há muito tempo e juntando numa pasta, então não lembro mais de onde as tirei. Se souberem quem as tiraram comentem ai embaixo e eu colocarei os devidos créditos. 

Fernanda Magalhães ♥

19 de mar. de 2014

Acordei com dor e percebi que estava sangrando

          Eu normalmente acordo tarde, por volta das 10h da manhã, mas dia 05 desse mês acordei mais ou menos às 7h30 com uma cólica aguda. Continuei deitada por algum tempo até a dor passar, me levantei e fui beber água. Quando fui fazer xixi, uma surpresa nada agradável: uma manchinha de sangue na minha calcinha.




          Como eu estava com 7 semanas de gestação achei esperançosa que era só um sangramento de escape, desses que dizem ser normais durante o primeiro trimestre, então não falei nada para ninguém e continuei minha vida. Fui para a faculdade normalmente e depois me encontrei com meu namorido, ele iria fazer um exame de sangue naquele dia (exigência do trabalho), e eu iria acompanhá-lo. Quando chegamos lá senti uma pequena pontada, dessa vez bem mais fraquinha, e fui correndo ao banheiro. Para meu alívio momentâneo não havia mais sangue na minha calcinha. Fiz xixi e então o que era alívio virou uma aflição maior ainda: uma gotinha de sangue no papel higiênico. Procurei rapidamente meu cartão do convênio dentro da bolsa, e como eu sou uma lerda o havia esquecido em casa e seria impossível buscá-lo para ir ao hospital naquele dia, já que moramos a 70km de Brasília e meu convênio só é aceito no Distrito Federal. Para evitar que Jailton surtasse não falei nada para ele. Naquele dia andamos para cima e para baixo, e eu com pequenas pontadinhas sempre, mas agora sem nenhum sangue. 
          Por volta das 15h voltamos para nossa cidade e fomos para a casa da mãe dele. Quando cheguei lá Amilly, a sobrinha de 4 anos dele, veio correndo e pulou nos meus braços. Nessa hora eu não consegui mais suportar. A dor havia aumentado muito e eu não estava nem conseguindo respirar direito. Não aguentei e contei para Jailton sobre os sangramentos e as dores. E como eu esperava ele realmente surtou. Me levou correndo a um hospital público aqui da cidade e o médico, nada agradável, disse sem fazer nenhum tipo de exame que era um início de perda. Meu coração murchou na mesma hora, me senti incapaz de proteger meu filhinho indefeso. Eu só precisava mantê-lo seguro pelos 9 meses, e nem isso eu era capaz de fazer. Aquilo era culpa minha, eu sabia que era. Jailton tentou me consolar, disse que daria tudo certo, que nosso bebê estava bem e que isso não era nada. Tentei confiar no que ele dissera. 
          Fomos para a casa dos meus pais, e eu resolvi tomar um banho. Quando acabei o banho encontrei aquele que havia dito que daria tudo certo chorando escondido. Não aguentei. Naquele momento senti meu coração morrer aos poucos. Eu tinha que ser forte, se nós estávamos realmente perdendo nosso neném eu teria que ser a força que Jailton não tinha mais. O abracei e ele realmente desabou nos meus braços. Chorou, soluçou, abafou gritos no meu colo. Eu disse para ele mais ou menos o que ele havia me falado algum tempo antes, que ficaria tudo bem, que nosso neném estava bem sim, que o que o médico disse estava errado porque ele não fez nenhum exame para saber se aquilo era verdade. Disse ainda que dali a um ano e meio teria uma coisinha pequenina correndo dentro da nossa casa mexendo nas coisas dele, quebrando os enfeites da estante e gastando todo nosso dinheiro. Ele sorriu e eu me senti melhor por ter conseguido fazê-lo parar de chorar. 
          No dia seguinte, ás 7h30 da manhã, fomos direito para a emergência do Hospital Santa Helena, fomos atendidos rapidamente e eu fui encaminhada para meu primeiro ultrassom. A parte de fazer a ficha + ser chamada para o exame foi a mais demorada de todas. Jailton estava com os olhos baixos, inchados. Acho que ele chorou mais a noite, mas eu não perguntei. Fui chamada, me mandaram esvaziar a bexiga. Como eu estava de vestido não precisei usar aquela roupa de hospital. O médico entrou na sala e eu já estava deitada na mesa, ele se preparou e o exame começou. No início foi muito incomodo, mas então "tum tum, tum tum, tum tum", o coração do meu neném estava batendo, 180 batimentos por minuto. Eu nem prestava mais atenção no quanto aquele exame foi incomodo. Foi a hora em que eu relaxei. Olhei para Jailton e os olhos dele estava brilhando, e eu juro que estavam cheios de água. O médico chamou minha atenção para a tela e então eu vi meu bebê. Ele estava bem! O médico disse que eu tive um pequeno descolamento de saco gestacional, e que precisaria ficar de repouso, usar umas capsulas de progesterona e evitar brigar e me estressar por algum tempo. 
          Saímos da sala de exame e fomos para a sala da doutora que havia nos atendido primeiramente. Ela nos explicou o que é um descolamento de saco gestacional, e me passou o remédio Ultragestan para tomar por 10 dias. Fomos para casa com o coração mais tranquilo, sabendo que nosso bebê estava bem. 

4 de mar. de 2014

MULHER vs. MÃE

Durante esse pouco tempo em que me descobri grávida comecei a perceber as grandes mudanças que meu corpo vem sofrendo tão rápido. Nesse primeiro trimestre de "nova mamãe" o mais comum é sentir mãos e pés inchados, barriga começando a crescer (e no meu caso já cresceu DE-MAIS!), a pele começa a ficar mais oleosa... Psicologicamente a mudança é mais drástica ainda. Nem me sinto tão grávida ainda, mas tudo agora gira em torno daquela criaturinha pequenina que cresce dentro do meu ventre. Parei de me ver como mulher, porque agora sou mãe. Não sei por que, mas na minha cabeça sempre existiu um precipício de distância entre esses dois "estados", principalmente esteticamente. Para mim o estilo de uma MULHER é a típica Carrie Bradshaw de Sex and the City, uma mulher glamourosa, ligada com a moda. Saltos altos maravilhosos, roupas mais ainda, Cosmopolitan e muitas festas. Já quando eu penso no estilo de uma MÃE, eu vejo uma mulher comportada, com cores mais neutras, vestidos longuetes e sem decotes, sapatilhas e aqueles "sapatos de velho", sem joias ou com no máximo aquela clichê aliança de casamento. Por esse motivo para mim vem sendo um pouco difícil ser mãe sem deixar de ser mulher. E meu guarda-roupas vem colaborando para isso, já que minhas roupas vem ficando cada dia mais apertadas, quando visto jeans fico parecendo um colchão amarrado, meus anéis estão quase virando anéis de falange, meus sapatos machucam demais, meus brincos começaram a dar alergia. Resumindo: tenho para vestir uns 5 vestidos que ainda entram sem machucar meus seios, calça jeans foi abolida do meu vestuário, sobrou-me uma única sapatilha (que aliás já começou a machucar também), bijuterias nem pensar. E sabe o que mais me assusta? É que isso tudo é só o início...

- Fernanda Magalhães

16 de fev. de 2014

O início de tudo...

Olá pessoas! 
Nesse primeiro post eu vou me apresentar e apresentar toda a minha (nova) família, e também falar um pouco da nossa história. Meu nome é Fernanda, tenho 18 anos, sou estudante de Direito. Namoro o "senhor" Jailton há quase seis meses. Ele tem 21 (quase 22) anos, e mesmo com o pouco tempo que estamos juntos sei que ele é o amor da minha vida. Muitas pessoas não vão entender o que estou dizendo, dizer que é loucura e que estou sendo boba por acreditar nisso, mas eu simplesmente sei que eu passei minha vida inteira procurando por ele. O nosso primeiro beijo foi dia 26 de agosto, e no dia seguinte começamos a namorar. Passamos o tempo todo juntos, o que vai bem contra tudo o que fomos antes de nos conhecermos. Eu enjoava tão rápido dos meus namoros, se eu visse a cara do indivíduo duas vezes por semana eu não queria mais namorar. E em incríveis 173 dias juntos (não sou boa de mat., então se errei perdão) se passamos 15 dias sem nos vermos é muita coisa. Isso porque eu tive que viajar e passei 12 dias em Salvador. Tínhamos planos de nos casarmos no dia 16 de janeiro de algum ano, mas isso foi adiantado porque dia 11 de fevereiro descobrimos que estamos grávidos (termo estranho, eu sei kk). Nosso bebê está de 5 semanas, e mesmo com esse pouco tempo nós já o amamos tanto tanto tanto!! E agora que estou inserida nesse mundo infantil decidi criar esse blog para compartilhar com todas as mães (e pais também!) as minhas descobertas e experiências dessa fase tão linda da vida de qualquer mulher. Espero que gostem!

Beijocas, Mamãe Coruja